Vidas passadas, fisionomia...
por algum motivo nos entendemos! Um olhar. Uma mão estendida e começou
tudo. Tudo que não se sabia ainda o que era mas também não importava.
Uma troca de conhecimentos, um desabafo de segredos, descobertas
incríveis, a vontade de ouvir você falando o dia inteiro. Segura a
minha mão e me conduz pro mar, o mar que tanto temo por que contigo não
terei medo. Por que? Talvez por você ser a onda maior e é exatamente
essa onda que vai me proteger! Filmes indicados com a mesma atriz, shows, faculdade, etc... coincidência ou sintonia? Seja o que for
tava me fazendo bem. Desencontros na despedida, a gente combina que não
vai doer em ninguém e pronto. Não se assusta, não
precisa ter medo, o medo te guia para o que você quer, não é? Então
deixa! Começou com um olhar e não deveriamos saber onde termina, não
deveria terminar. O melhor de tudo isso é o que existe entre o olhar e o
onde termina. É essa parte que a gente ri até doer a barriga, que a
gente descobre mais um medo alheio, que a gente debate sobre o cotidiano, que a
gente coloca pontos finais, que a gente sonha novos sonhos, que a
gente passa segurança, que a gente espera a sua volta, que a gente faz
planos para o futuro e até escolhe o nome dos filhos. É essa parte que
vale, não importa o resto pois tudo que acontecer depois do olhar, só prova
que nossos olhos tinham razão no primeiro momento. Quando eles
perceberam que eram metade e se tornaram inteiros!
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